Energias e entidades intrusivas – parasitas do corpo astral

corpo fragmentado

Estamos no Brasil, e a diversidade de correntes espirituais que vivemos tem riqueza de informação sobre o tema dos obsessores espirituais. Você já ouviu falar sobre eles?

Vou explicar brevemente pra ajudar você a compreender, num primeiro momento, o que energias intrusivas não são.

Um obsessor é a “alma” de um ser desencarnado, e que por falta de evolução e aprimoramento, permanece preso as camadas intermediárias entre os mundos astrais e físico. E como geralmente eles têm pouca consciência do processo, acabam vinculados a pessoas com os quais tem afinidade – que podem ser familiares, um lugar, ou estranhos que tenham os mesmos hábitos que a pessoa falecida tinha em vida.

Existem muitos centros espirituais que lidam com obsessores, ajudando estes sofredores a encontrar o caminho de casa.

Esta curta explicação foi necessária pra seguirmos em nosso entendimento, e devido a grande confusão que as pessoas tem sobre o tema, era necessário fazer uma separação: ENERGIAS E ENTIDADES INTRUSIVAS NÃO SÃO OBSESSORES!

Também é importante dizer que NÃO SÃO qualquer tipo de “processo sistêmico familiar“, ou algo tratado através de mesa radiônica ou mesmo apometria. Justamente por ser um tema pouco conhecido, precisamos começar desfazendo associações incorretas porque muitas vezes utilizamos um mesmo termo, com significados distintos.

Mas pra compreender o que são e como se formam energias intrusas, precisamos estudar um pouco sobre os mecanismos do inicio da vida

Quando estamos iniciando o processo de encarnação, uma das etapas pelas quais passamos é a construção de veículos compatíveis com o ambiente em que vamos viver. Este é um processo que ocorre por camadas, onde vamos aclimatando nosso sistema a família, ambiente e sociedade em que vamos viver.

Mas esta construção não é uma propriedade apenas da mãe, que doa nutrientes ao feto: existem camadas sutis que são construídas no processo de encarnação e que servirão como uma roupagem e “cola” para nossa alma. De forma um pouco mais precisa (algo nem sempre simples no campo metafísico), são camadas etérico-astrais.

Quando morremos (ou melhor dizendo, abandonamos o corpo de carne), nossa consciência segue aos mundos espirituais levando suas experiências, deixando na terra aquilo que pertence a terra – ou seja, aquelas mesmas camadas intermediárias que foram construídas para permitir a vida física. Na medicina chinesa, estas partes mais densas são chamadas “PO”.

Lembre-se que tudo que tocamos fica impregnado com nossa energia. Por exemplo, com algum treino, tocar na roupa usada por alguém abre impressões muito claras sobre seu usuário e suas características, sejam positivas ou negativas (motivo pelo qual compartilhar roupas pode não ser um bom negócio!). Até um simples “nome próprio” pode ser usado para ler a sua energia!

Imagine agora camadas que nos serviram de vestimenta por anos e anos a fio, e que foram moldadas por nossos comportamentos, emoções e pensamentos. Dependendo da qualidade da consciência da pessoa (algo bastante crítico no mundo hoje), estas camadas não apenas estão impregnadas por seus medos, raivas e tristezas: elas se tornam também densas e sólidas, a ponto de não se dissolverem imediatamente com a morte. E mais do que isso: embora sejam “retalhos” do ser que a utilizou (como uma camiseta), existe dentro delas um nível de inteligência (bastante primário), mas suficiente para as compelir a continuar sobrevivendo e fazendo aquilo a que foram condicionados a fazer.

Por exemplo, um alcoólatra ao morrer deixa atrás de si fragmentos energéticos relacionados ao vício em álcool. E estes fragmentos, em sua tentativa de continuar reproduzindo seus hábitos, serão atraídos para pessoas com um campo energético compatível com eles (lembre-se que no universo, semelhante atrai semelhante). E ao encontrar esta compatibilidade, aderem ao campo de um “hospedeiro”, transformando-se neste momento em um tipo de parasita.

Mas entenda que não são apenas vícios os responsáveis por estes fragmentos: se encarnamos, precisamos desta roupagem energética – o que muda são as inclinações que serão impressas. E somado a isso o fato de que em nosso mundo materialista simplesmente não temos informações sobre o funcionamento do campo sutil e espiritual, assim como dos mecanismos da morte, o que vivemos hoje pode ser comparado a uma “epidemia” de energias intrusivas.

É fácil adquirir uma energia intrusiva?

Não necessariamente. Nosso campo de energia tem mecanismos de proteção que geralmente são bem eficientes. Mas situações emocionalmente intensas, traumas (inclusive uterinos), acidentes, cirurgias e luto diminuem esta capacidade de defesa. E num mundo conturbado como o nosso, isso acontece com bastante frequência – embora nem sempre nos lembremos disso.

Crianças são mais suscetíveis porque seus mecanismos ainda estão em desenvolvimento (lembre-se agora que todos passamos por esta fase, embora recordemos muito pouco dela!)

Mulheres, após um parto ou aborto (intencional ou não), também se tornam propensas.

Existem sintomas percebidos quando estamos portando um parasita energético?

Não há uma regra, mas questões emocionais que parecem nunca ter solução, independente do método terapêutico que utilizem, são um indicativo (ansiedade ou depressão cronica estão entre eles, mas não são regra).

Para outras pessoas, a saúde é a mais visivelmente afetada, com problemas recorrentes ou “sem solução” (uma entidade intrusiva sempre reduz nosso nível de vitalidade).

Em alguns casos, um membro da família recém-enlutada exibe traços emocionais semelhantes a pessoa que partiu.

Em crianças, muitas vezes ela muda de comportamento repentinamente, sem que ninguém consiga compreender o motivo.

Existem ainda pessoas que se relacionam com energias intrusivas como se fossem uma segunda personalidade!

Pessoas psíquicas ou sensitivas, muitas vezes se surpreendem ao descobrir que a presença que elas julgavam externa (como um obsessor, espírito-guia ou uma voz espiritual) estava, na realidade, camuflada DENTRO do seu sistema!

Mas em geral, as pessoas passam a vida inteira sem perceber que carregam um inquilino indesejável em seu sistema – uma situação muito, muito comum, mesmo que estas pessoas aparentem ser normais e saudáveis. Sem conhecimento dos mecanismos citados acima, e sem uma pessoa habilitada por perto, o problema simplesmente passa despercebido.

No entanto, ao entrar em contato com a energia (através de um atendimento individual), reconhecem que muitos impulsos e desejos que expressavam vinham, na realidade, da entidade aderida que manipulava seu sistema.

Mas estes são apenas alguns exemplos, dentro um variado mar de possibilidades.

Mas a questão mais importante é: existe solução para o problema?

Sim, existe.

Como curadores, somos treinados para identificar estas energias, mesmo a distância, através de um scanner do sistema da pessoa (algo que acontece num atendimento individual, ou durante a leitura energética).

Como funciona?

Em nosso protocolo de remoção, entendemos que é fundamental realizar uma sessão individual para auxiliar o cliente a entrar em contato com a energia/consciência intrusiva, possibilitando que ele veja por si mesmo como esta presença aderida tem influenciado seu sistema energético, que pensamentos emoções e comportamentos produz, trazendo com isso consciência sobre as características que atraíram e permitiram a entrada do parasita. Esse etapa é importante para que a pessoa possa ver por si mesma, ao invés de se limitar a “acreditar” que tem algo estranho com ela.

Depois desta etapa o cliente está pronto para a remoção.

É realmente importante remover uma energia parasitária?

Quando temos um problema de saúde, investimos tempo e energia pra soluciona-lo. Use o mesmo princípio quando avaliar a remoção de um fragmento energético: você pode não percebe-lo, assim como pode não perceber um tumor – mas isso não significa que ele não esteja prejudicando você!

Ao remover a energia intrusa, muitas questões e conflitos emocionais encontram espaço pra se ajustar, além de termos um novo nível de vitalidade e mais disposição em nossas atividades: este procedimento não é suficiente para “resolver todos os seus problemas”, mas vai facilitar muitas situações.

Para pessoas em busca de autoconhecimento, nos livrar desse “peso morto” nos possibilita ainda atingir novos níveis de consciência e aprofundar em nossa meditação.

Este é um tema extenso, e pra aprender mais sobre ele, assista a live logo abaixo:

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