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O poder das emoções negativas

O poder das emoções negativas

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Qual é o papel que as emoções negativas tem na nossa vida? Será que temos de resolver isso?

Eu sou um pesquisador da consciência, e entender como nossos estados emocionais nos influenciam é de fato fascinante. Do grande mistério que é o ser humano, de todas as nossas qualidades e capacidades, uma que sempre me fascina é nunca paramos de aprender – e quanto mais nós mergulhamos em nossa própria natureza, mais eu me surpreendo e descubro coisas novas a meu respeito.

Hoje eu quero trazer essa reflexão muito importante, sobre o papel das emoções em nós.

Se você acompanha meu trabalho há mais tempo, ou se já tem contato com o universo do autoconhecimento e da psique humana, já ouviu muito sobre “emoções positivas” e “emoções negativas”. Tem algo de verdade nestes termos, mas eu quero que você perceba que eles também são um pouco enganosos.

Por exemplo, quando estamos com um grupo de pessoas que gostamos muito, nos divertindo, quando estamos com pessoas amadas, costumamos dizer “puxa eu tive um dia tão bom hoje”. Isso e óbvio, porque nos sentimos muito bem, nossas emoções positivas estavam transbordando em nosso Ser.

Mas também existe um espectro de emoções de baixa frequência, que comumente nós determinamos como “emoções negativas”. Por exemplo: senti muito medo, ou eu estava muito triste, ou estou com depressão, ou ansiedade, etc… esses são os males (vamos chamar assim) que assolam nosso mundo. Só que normalmente nós discriminamos estas sensações, discriminamos aquilo que existe de negativo em nosso espectro emocional, criando uma tendência um pouco enganosa de correr em direção as emoções “positivas” e demonizar aquilo que existe de “negativo”.

Mas nós precisamos compreender que somos seres que vivem dentro de um universo que é dual, ou seja: inspirar e expirar, dia e noite, bem e mal. Nós ainda estamos mergulhados dentro desses conceitos de separação, e viver essa dualidade serve pra adquirir sabedoria e conhecimento, para distinguir aquilo que nos serve daquilo que não nos serve. O grande problema é quando começamos a lutar, a combater ou a demonizar aquilo que nós consideramos que não é apropriado para nós.

Vamos ampliar isso um pouco: tá tudo bem a gente ter momentos de alegria! É ótimo quando estamos com pessoas que amamos, nos divertindo com a família. Mas dentro de nosso aprendizado, também faz parte termos momentos de solidão, de tristeza, de isolamento, e reconhecer toda aquela carga que nós chamamos pejorativamente de “ruim” ou “negativa”.

Mas quando verdadeiramente compreendemos que estamos nesse mundo pra aprender, pra expandir a nossa consciência, pra evoluir, vamos nos dar conta que aquilo que nós chamamos de negativo também cumpre um papel, seja no nível coletivo, seja no nível individual. E como isso funciona?

Você já reparou que em todo filme ou série de TV sempre existe um jogo de polaridades? Principalmente nos filmes de ação, sempre veremos a figura de heróis e de vilões. Mesmo os filmes pra criança tem personagens que existem apenas para criar oposição ao personagem central da história.

Você já assistiu O Senhor dos Anéis? Conhece o mito do Rei Arthur? Ou talvez tenha visto Guerra nas Estrelas, Harry Potter… todos, sem exceção, funcionam baseados no mesmo modelo: a ideia central de que é necessário ao personagem central “derrotar o inimigo”, superar suas próprias limitações, pra encontrar seu próprio poder pessoal.

Quando trazemos estes mitos para nossa vida interior, veremos que cada um de nós é o personagem central de nossa própria história – e que nossos maiores inimigos são nossos próprios pensamentos e emoções negativas, nossa mente condicionada, nosso ego!

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