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É possível sair de uma meditação pior do que você começou?

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Se isso nunca ocorreu com você, atenção: ISSO DEVERIA ESTAR ACONTECENDO!

Ora essa, mas a meditação não tem por objetivo nos tornar pessoas mais pacíficas e tranquilas? Isso não parece um contrassenso?

Pra entender o aparente enigma, vamos pelo início: essa meditação a que eu me refiro NÃO É visualização, nem afirmação, nem falar consigo mesmo, não é relaxar ou tampouco limitar-se a ouvir as vozes em sua cabeça…

Todos estes métodos que mencionei podem até trazer algum benefício na vida de algumas pessoas, mas eles partem de um mesmo princípio: todos envolvem o uso da mente ordinária – a mesma que produz a voz em sua cabeça. E embora ela tenha sua utilidade, a mente é limitada e cega pra frequências espirituais.

Meditar, a verdadeira arte de meditar, é entrar em espaços de silêncio interior – e isso só ocorre quando você ativa sua consciência superior.

Por isso, se você está num caminho de meditação (se você não sabe como fazer, tenho um curso direcionado pra isso), e nunca saiu dela sentindo-se ligeiramente irritado, mal humorado, chateado ou emocionado (sentimentos que surgem sem uma explicação lógica), isso significa que sua técnica não tem a energia necessária para leva-lo até camadas mais profundas de sua consciência.

O que acontece quando você medita (conforme os princípios que mencionei)? E qual é então o objetivo da meditação?

Quando iniciamos, percebemos apenas a camada da mente ordinária. É dentro desta camada que as pessoas vivem comumente, e ela tem uma característica: as vozes intermináveis. Estas vozes são nossa gaiola interior, e quando mais alto ou barulhento é este nível, mais complicada se torna nossa vida.

Só que este ruído mental está na sua cabeça o tempo todo, e a meditação apenas revela a desordem em que a pessoa vive…

Mas conforme nossa prática avança (e isso pode exigir até mesmo uns bons anos de treinamento) e os pensamentos se calam, mergulhamos mais profundamente em nosso espaço interior, entrando em contato com nossa mente abstrata e intuitiva.

Lembre-se que somos seres infinitos, e nossa consciência tem inúmeras camadas (nossa mente tagarela é apenas uma pequena parcela do todo).

É dentro destas camadas um pouco mais profundas que encontramos nossas emoções reprimidas ou soterradas, nossos traumas (desta e de outras vidas), nossos bloqueios e contradições. É aqui que encontraremos as verdadeiras causas da mente barulhenta: as vozes são apenas ondas na superfície, cuja origem está nas correntes desgovernadas que circulam nas profundezas.

Mas nós comumente não percebemos nada disso por um motivo bem simples: chegar até aqui sozinho exige treino e dedicação – e a maioria das pessoas não está disposta a “perder tempo com isso”, preferindo tapar estes sintomas com uma peneira e fazer de conta que está tudo certo…

Só que conforme os espaços – ou intervalos – de silêncio aumentam, os sentimentos que soterramos começam a emergir e ser revelados – e é nesta etapa que começamos a nos tornar conscientes das causas ocultas de suas dificuldades e problemas. Mas pra que isso aconteça, é preciso o método correto – e o silêncio é um deles.

Como nós fomos adestrados desde muito tempo a viver e contribuir com o ruído do mundo (que é um reflexo de nossa própria desordem interior), o silêncio torna-se algo distante e difícil de ser encontrado. Mas não impossível.

Inclusive, é com o objetivo de ver e limpar estes resíduos mentais tóxicos profundos que algumas disciplinas espirituais orientam seus alunos a passar por longos retiros isolados, sem conversa, sem TV, sem leitura – tudo que estimula sua mente a continuar ativa: apenas meditar, comer, dormir. E esse ambiente, essa falta de distrações, faz com que as ondulações inconscientes possam ser percebidas mais rapidamente (um retiro destes pode poupar muitos anos de terapia)!

Revelar estes bloqueios energéticos ocultos também é o objetivo de meu trabalho como conector de vidas passadas: ao dissolver samskaras (nossos traumas de vidas passadas), automaticamente nos tornamos mais silenciosos e centrados.

E por fim, é importante lembrar que estes desconfortos emocionais não são algo que devam existir sempre, mas se não ocorrem eventualmente, é preciso investigar onde pode estar a falha.

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