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Guias e mentores espirituais: quem são?

Guias e mentores espirituais: quem são?

Sabe quando precisamos de algum conselho, uma orientação, ou de alguém que de alguma forma tenha mais conhecimento ou seja mais sábio em algum aspecto… bem, esse é o papel de nossos guias, mentores e anjos da guarda!

Vamos falar um pouco mais hoje sobre esta hierarquia, a qual todos de alguma forma estamos conectados, e que podemos chamar também de nossa grande família espiritual. Pra entender como isso funciona, vamos entender um pouco da sua ordem.

Existem alguns seres que tem mais contato conosco. Outros, que surgem em determinados momentos, em algumas ocasiões, quando a presença desta determinada consciência e de seu aprendizado são necessários pra nós. E como podemos entender quando é uma ou outra coisa?

Podemos utilizar um exemplo imperfeito a partir daquilo que vemos e experimentamos no mundo material como um modelo da ordem existente nos planos mais elevados.

Todos nascemos em determinada família composta de pessoas com quem trocamos o dia a dia, independente do papel que estamos desempenhando. Aqui resolvemos questões mais comuns, compartilhamos momentos normais, nos comunicamos e nos ajustamos dentro do espaço de nossa intimidade.

Depois temos a oportunidade de ir para a escola, em qualquer de seus níveis. Lá, temos um professor, com um nível de conhecimento que naturalmente não tínhamos dentro de casa.

Outra coisa são as situações de trabalho, com outras pessoas, com outro nível de conhecimento, e suas próprias questões a serem resolvidas.

E se você observar, tudo em nossa vida tem uma ordem, uma hierarquia: seja em nossa casa, na escola, na empresa. Numa loja tipo casas Bahia, temos os vendedores, o supervisor, gerente, diretor… existe uma escala até chegarmos ao presidente. E quando falamos em termos de guias e mentores, as coisas não são muito diferentes!

Por exemplo, nossa família espiritual mais próxima é representada por aqueles seres com quem temos um nível de afinidade e consciência maior. E estes são aqueles guias quando batem com frequência em nossa janela pra dizer: “alô, presta atenção, talvez você esteja cometendo um erro, indo por um caminho errado, entrando em uma situação que vai te custar caro!”. Estas são as presenças espirituais com as quais geralmente temos contato quando estamos iniciando nosso processo de despertar, porque é a parte mais próxima de nosso núcleo, e que tem mais convivência conosco.

Por terem um pouco mais de experiência, e estarem dentro de um plano mais sutil, fica mais simples pra eles perceberem alguns aspectos da nossa vida de uma maneira que nós não estávamos vendo!

Um exemplo simples disso é quando procuramos um especialista em alguma área de nossa vida – finança, saúde, estudo, emoções ou espiritualidade – e ele rapidamente detecta onde estamos errando. É alguém com um ponto de vista superior ao que estávamos utilizando.

Essas consciências podem ter criado vínculos conosco a partir de outros planos ou até mesmo de outras vidas… ou seja, é alguém que nos é um velho conhecido.

Suponhamos que você viveu em determinada cultura no passado: esta energia na forma de informações e memórias não se perde. Elas seguem conosco nos trazendo a tendência de buscar por aquele conhecimento novamente, seja num nível histórico, filosófica ou religioso. E isso nos permite restabelecer o contato com consciências que tem esta afinidade, por conta do passado em que nós mesmos vivemos próximos. Ou seja, são amizades que em algum momento de nossa jornada nós já cultivamos e que mantém contato conosco independente de onde estivermos.

Seguindo nosso estudo, entramos na classe dos Mentores – mas não se prenda aos termos porque eles são um pouco imprecisos: apenas entenda que estamos falando de consciências que estão em outro degrau da hierarquia.

Dentro da metáfora das casas Bahia ali acima, os guias espirituais são como o supervisor do nosso turno de vendedores. Os mentores são o gerente da loja!

Isso significa que eles trabalham com grupos maiores de almas, e que tem uma atuação mais especifica.

Você já ouviu falar de “mentores” ou “mentorias” (em termos bem tridimensionais, diga-se de passagem) que se tornaram tão comuns nos dias de hoje? Quando precisamos nos aprimorar em alguma área e encontramos: mentor de negócios, de finanças, de relacionamentos, de esportes, de saúde… enfim, é uma palavra apropriada para determinar alguém que tem um certo conhecimento e que está disposto a compartilhar.

Mentores espirituais são igualmente alguém que tem um determinado tipo de informação, e que entra em nossa vida em um momento especifico quando precisamos daquele conhecimento, e que costumam se afastar quando internalizamos aquela lição. Ou seja, é como um professor: todos os que conhecemos entram em nossa vida por determinado tempo, e quando encerram seu trabalho, se vão para outro grupo de alunos.

Seguindo em nossa hierarquia, chegamos aos ANJOS. Qual a diferença?

Anjos são irmãos muito mais velhos, que já atuaram em ciclos cósmicos bastante anteriores aos nossos, e que tem níveis de consciência incontavelmente superiores aos humanos. Numa comparação simples, se um anjo fosse um ser humano, nossa consciência seria como a de uma formiga!

Quando olhamos pra um formigueiro, temos o vislumbre de como uma consciência angélica percebe os seres humanos. Talvez alguma formiga nos chame a atenção: “olha, aquela formiga se perdeu” – e lhe damos um empurrão pra chegar no formigueiro. Talvez percebamos uma outra formiga tentando levantar uma folha muito maior do que sua capacidade, e nós ajudamos rasgando a folha, ou até tirando a folha dela e a colocamos diretamente no formigueiro pra facilitar sua vida!

Claro que o exemplo é impreciso, mas nos dá uma ideia de como é a visão de um Anjo: ele interfere na vida daqueles que precisam, mas com um nível de conhecimento muito mais elevado, fazendo coisas que sempre vão pelo nosso bem, mas muitas vezes por caminhos meio tortuosos! Isso significa que a ação deles nem sempre é alinhada com nosso universo de medos e desejos humanos, e por isso nem sempre é fácil entender imediatamente suas decisões.

No exemplo da formiga, se eu tiro a folha de uma delas e a coloco diretamente no formigueiro, para esta formiga, talvez minha interferência seja uma tragédia, porque ela retornou pra colônia de mão vazias! Para a visão do ser humano que fez um ato de compaixão e ajuda, ele impediu que a formiga se perdesse ou morresse sem o auxílio da colônia – mas a formiga não entende dessa forma! Da mesma forma que os seres humanos nem sempre entendem a Ação Divina em nossa vida, porque às vezes temos a impressão de que as coisas estão dando errado, quando em realidade nos fazem andar certo por linhas tortas!

Se formos descrever com 2 palavras a maneira como consciências angélicas agem em nós, podemos defini-las como ORIENTAÇÃO e INSPIRAÇÃO.

Isso significa que eles não mandam nem determinam que façamos coisas, mas nos inspiram a agir com nossos próprios recursos, a buscar nossa própria sabedoria, e agir conforme seja mais coerente pra nós naquele momento. Não existe obrigação, e jamais vão nos levar contra a VERDADE, ETICA, MORAL ou a SABEDORIA. Até porque em ultima instância, não importa qual sua fonte de inspiração, o único que vai assumir as consequências e responsabilidades é você!

Mas existe ainda um último detalhe sobre guias e anjos, que diz respeito ao valor de estabelecer contato com estas consciências.

Imagine que você tem o telefone de um médico, ou um terapeuta, que além de muito habilidoso ainda é seu amigo. Se temos proximidade com esta pessoa, quando precisamos de alguma orientação, basta fazer uma ligação e teremos uma resposta imediata de alguém confiável não é mesmo?

Conhecer nossos guias e mentores, ou ainda a consciência angélica que nos orienta, é como ter o telefone de um bom amigo em nossa agenda: é muito mais simples entrar em contato, e buscar a orientação, a inspiração, ou o impulso pra realizar algo! E ter a oportunidade de reconhecer estas forças é uma parte muito bonita e fortalecedora de nosso trabalho interior, quando entramos em contato com sua vibração, frequência e a inspiração nos trazem – além do nome, naturalmente! Porque tudo isso faz parte de nossa própria jornada de evolução e crescimento: é uma forma de descobrir quem somos a partir deles, já que todos fazem parte de alguém nível de nossa própria história!

Por fim, o entendimento de guias e mentores abre espaço também pra compreender que somos infinitos, e que já passamos por diversos mundos nos diferentes rincões cósmicos! E como consequência, passamos a compreender os Guias Galácticos, aquelas consciências que vem de fora do planeta: eles também fazem parte de nossas CONEXÕES ESPIRITUAIS, de nossa grande família. Podem não ser os mais próximos porque não estão totalmente imersos na energia do planeta Terra, mas mesmo assim mantém um vínculo (apesar de mais distante).

Vamos resumir entendo que neste universo da grande família cósmica, todas as nossas experiências anteriores serviram para traçar conexões, que estão aguardando para serem descobertas. E naturalmente, da mesma forma que estamos vinculados a estas consciências, o oposto também é real. Utilizando uma metáfora da maçonaria, da mesma forma que o Aprendiz precisa do Mestre construtor, o Mestre também precisa de seus Companheiros e Aprendizes, sem o qual a Grande Obra não se faz!

E não é porque eles estão num plano superior que se colocam em postura de “melhores” do que nós: todos colaboramos pra construir uma grande teia da consciência universal. Não importa a hierarquia. Claro que quanto mais elevada sua consciência, maior sua pureza e contato com o Divino. E quanto mais inferior o mundo (como o nosso), mais afastados estamos da Fonte Criadora. Mas restabelecer estes vínculos nos ajuda e fortalece – assim como os conselhos de um pai, um irmão ou um bom amigo nos fariam: tudo faz parte de nossa jornada.

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