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Vidas passadas e relacionamentos presentes

Vidas passadas e relacionamentos presentes

Nós já falamos anteriormente sobre sinais de vidas passadas no momento presente, onde estudamos sobre culturas, momentos ou personagens históricos nos tocam de alguma forma, e como essas energias ou memórias ainda estão presentes em nós, e justamente por estes motivos nos sentimos atraídos ou temos aversão por alguns destes elementos.

Hoje vamos estender isso um pouco mais.

Este entendimento de que atraímos coisas ou pessoas, que de alguma forma se parecem conosco, é a parte mais importante pra entender como as vidas passadas se relacionam ao momento presente.

Como conector de vidas passadas, pude identificar algumas coisas de forma ligeiramente diferente daquilo que costumamos ouvir ou ler. Não que exista algo de errado com estas literaturas, mas muitas vezes o entendimento de outros autores é um pouco diferente daquilo que tenho visto.

Por exemplo, quando falamos em termos de família, geralmente ouvimos coisas como “nascemos numa família com a qual temos carma”. Mas como nossa cultura ainda está inconscientemente atrelada a ideia de culpa e castigo, quando ouvimos falar em carma ligamos isso ao ato de estarmos sendo castigados por alguma força superior, ou que precisamos corrigir, sofrer e purgar nossos erros.

Só que quando vemos carma desta forma, só por aí ele já perdeu sua função!

Carma é educação e aprendizado. Ele é apenas o resultado da energia que nós mesmos geramos e carregamos. Por isso carma nada mais é do que: eu atraio para minha realidade coisas, pessoas e circunstâncias que de alguma forma se parecem comigo.

Esse é um principio universal, um postulado da Lei da Atração: semelhantes se atraem!

E é claro que em termos de relacionamentos e vidas passadas as coisas não são diferentes: atraímos pessoas que tem afinidade energética e emocional com quem somos. E isso nada tem de “positivo” ou “negativo”: é apenas afinidade!

Claro que existem relacionamentos muito saudáveis, de alta frequências, positivos; e existem aqueles desgastantes, que machucam, de baixa frequência. Mas o que dentro de nós define qual destes nós vamos viver em nossa vida atual?

O fator é o nível de afinidade que temos com a pessoa que está em nossa realidade, seja as que amamos ou as que detestamos! rs

Vou te dar um exemplo simples: pense em alguém com muita frequência, fale sobre ela, traga memórias dela constantemente. Não importa se você gosta dela ou não, ou seja, não importa a polaridade emocional: você vai se surpreender o quão rapidamente ela entrará em contato, ou você a veja na rua, receba uma ligação, e-mail, carta (!)… ou seja, nem é necessário muito esforço: a tendência é fazermos contato porque estamos todos imersos num mesmo campo, e por ressonância, as cosias acontecem.

Dentro deste entendimento, as pessoas que entram em nossa vida, tem proximidade, similaridade ou afinidade com quem somos ou com nosso jeito de ser, seja ele consciente ou inconsciente!

Em termos de relacionamentos, também é importante iniciar pelo que temos de mais próximo assim que chegamos a este mundo: pai e mãe. Inevitavelmente, estes dois personagens tem um nível de proximidade intensa conosco. E é por isso que quando nascemos, dentro das possibilidades relativamente limitadas de escolhas que temos, acabamos entrando em contato especificamente com estas duas almas.

Eu falei um pouco mais sobre isso em meu e-book (se você não leu é só baixar aqui): a alma quando busca uma nova família, terá maior nível de escolhas conforme seu nível de consciência e evolução; por outro lado, quanto mais densa ela for menor o nível de possibilidades e liberdade ela tem.

Vamos trocar isso em termos simples: consciência é expansão. Inconsciência é contração. Por isso quanto mais conscientes nos tornamos, maior a possibilidade de escolher onde nascer, quem será nossa família, e sobretudo a figura materna.

Em meu caso pessoal, no momento de escolher uma nova família eu tinha algumas possibilidades (poucas, porque ainda tinha muita coisa pra ajustar! rs), mas quando dos planos astrais olhei pra esta pessoa que hoje chamo de mãe, fui imediatamente atraído por algumas qualidades que observei nela. E isso é muito importante entender: escolhemos por afinidade! Haviam coisas que me chamaram muito a atenção, porque eram características que também faziam parte da minha natureza, que eram compatíveis comigo. E é interessante entender que essa afinidade energética (ou falta dela) é determinante em todas as outras pessoas que passam pela nossa vida.

Vamos estender isso mais um pouco.

Você já teve com contato com alguém que de início era muito agradável, mas com o tempo começou a pensar: não aguento mais essa pessoa em minha vida!?

Todo mundo já passou por isso, e essa situação acontece porque identificamos coisas nas pessoas a nível consciente, mas conforme nossa convivência vai aumentando, percebemos características ocultas que antes não víamos. Reconhecemos coisas e simpatizamos num primeiro momento, mas com o tempo entramos em contato com aspectos ocultos.

Em termo de vidas passadas, todos que entram em nossas vidas surgem pelos mesmos motivos: simpatia e afinidade vibracional, positiva ou negativamente. Por isso, vamos entender novamente a natureza do carma: não estamos em contato com determinadas pessoas por causa de algum tipo de força castigadora, estamos com elas por afinidade – e nos afastamos por falta dela!

E afinidades não desaparecem com o fim do corpo: a consciência é eterna, e levamos conosco toda a bagagem que construímos.

Outra coisa importante: entenda que no momento em que estamos hoje, quase todos que entram em nossa realidade são retornos do passado, pessoas com quem já tivemos contato anteriormente. Principalmente nossos pais, irmãos, amigos, companheiros, e possivelmente entre eu e você!

Dentro deste contexto, em nossos primeiros anos de vida, pai e mãe são determinantes, e são pessoas com quem já tivemos relacionamentos próximos. Depois vem os irmãos, na sequência amigos e desafetos.

O princípio é o mesmo: Lei de Afinidade. Pense em algo ou em alguma coisa e ela entra em sua vida, de forma consciente ou inconsciente (e este é o perigo!): atraímos coisas positivas ou negativas, doença ou saúde, abundância ou escassez, conforme nossa frequência.

Talvez agora você esteja pensando (ou até esbravejando): “ah não, não é possível que eu tenha pensado tanto em alguém que entrou em minha vida e só provocou estragos!”.

Sim, é possível: nós somos feitos de muitas camadas, de muitas partes e retalhos diferentes! Somos seres muito fragmentados, temos pouca unidade interna, e esse fragmentos energéticos são os que nos provocam nossas contradições, por exemplo – e convenhamos, os seres humanos tem muitas!

Lembre-se de quando num momento diz EU QUERO, e no momento seguinte NÃO QUERO. Ou que diz que ama num dia, e muda de polaridade em outro – não importa quanto tempo depois. É nossa colcha de retalhos em ação.

Além disso, precisamos entender o seguinte: quando começamos qualquer tipo de relacionamento, inicialmente vemos uma capa do outro, aquilo que ele ou ela exibe socialmente – seu lado mais agradável, sorridente, e isso nos atrai. Dificilmente fazemos amizade com alguém sisudo, austero, fechado… É a simpatia quem nos atrai, mas a convivência é quem revela a pessoa como ela é.

E pra entendermos quais são os vínculos que carregamos de alguém, é a este lado mais profundo que precisamos estar atentos.

Em minha história pessoal, novamente, posso dar o exemplo: o que me levou a escolher essa alma que chamei de mãe nesta vida? Alguns aspectos da sua natureza visível, mas isso não significava que eu a conhecesse por inteiro! E eram seus aspectos ocultos que provocavam conflitos – que é claro, estavam ressonantes com minha própria colcha de retalhos energética (por isso, não existem culpados em nenhuma relação – tudo é um reflexo de quem você é!): pessoas nos ensinam sobre nós mesmos, com aspectos que nos atraem (em um relacionamento positivo e saudável), ou aspectos que nos causam rejeição.

Avidez e aversão, por sinal, são termos centrais no budismo:

aquilo que desejamos muito, ou rejeitamos com intensidade – ambas são qualidades energéticas embutidas de forte carga emocional, e é esse o fator que atrai circunstâncias e pessoas em nossa vida!

O que significa rejeitar? É quando um aspecto que consideramos negativo fica impresso em nossa mente por muito tempo alimentando-se de nossa energia.

Mágoa é um exemplo perfeito disso: pense por um instante em alguém que o feriu no passado. Se depois de meses ou anos lembramos disso e ainda nos sentimos mal, essa memória emocionalmente carregada fará com que em algum momento entremos em contato com ela novamente – nessa vida ou em qualquer outra, porque a energia vai continuar ressonando! Isso é o carma: ressonância e afinidade, impressões energéticas registradas em nossos chacras (fica a dica pra estudas sobre o tema).

Pra finalizar, tem alguns detalhes importantes que valem a pena ser lembrados: vamos falar um pouco sobre relacionamentos afetivos.

Estes relacionamentos também retornam de vidas passadas? Sim, como todos os outros. Mas nossa convivência com estas pessoas depende do nosso nível de afinidade – sendo as mais fortes e positivas chamadas ALMAS GÊMEAS.

Estas almas costumam executar alguma tarefa aqui no mundo, mas tudo depende do nível de consciência destes seres.

Algumas delas, por serem muito iguais mas ainda vibrarem em baixa frequência, vivem muito mais como cão e gato projetando suas dores e conflitos no relacionamento.

Mas vamos abrir um parêntesis: nem todo relacionamento afetivo é um retorno da MESMA PESSOA.

Imagine que em determinada vida você entrou em contato com alguém que tinha, por exemplo, “lindos olhos amendoados”, e que isso tenha sido muito marcante em sua história. Mas por qualquer motivo essa pessoa tomou um diferente rumo do seu, vivendo um ciclo diferente ou em um lugar distante, em outro plano, ou até em outro mundo…

Como aqueles “lindos olhos” ficaram fortemente impressos em suas memórias, isso vai fazer com que inconscientemente você os procure – e possivelmente acabe os encontrando – mas em outra pessoa! Ou seja, muitas vezes vivemos circunstâncias similares com pessoas que tem características semelhantes aquelas que inconscientemente estamos buscando – neste caso, o que está em ação são nossas samskaras, nossas impressões inconscientes.

Um exemplo semelhante, mas em outro extremo, é de inimigos de vidas passadas: se uma destas pessoas evolui, se cura, perdoa e segue seu rumo; mas o outro ainda carrega magoa e ódio, por afinidade tende a encontrar pessoas na mesma frequência, e vive situações semelhantes mas com outra pessoa de mesma similaridade emocional e energética.

Estes dois exemplo ilustram tudo que tenho falado desde o inicio: muitas vezes não nos encontramos com a mesma alma, mas sempre entramos em contato com energias e frequências afins.

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